Sempre gostei muito dos filmes de terror. Vivi a fase Pânico (SCREAM) Lenda Urbana e Eu sei o que vocês fizeram no verão passado. Lembro até que foi no final dos anos 90, que a volta dos clássicos filmes de terror adolescente aconteceu. Mas, como sempre, com a volta ou retomada de um gênero do cinema "blockbuster" americano, acontece a saturação. Foram inúmeros adolescentes, vários títulos e muito sangue nas telas. No ano 2000 tivemos o encerramento do estilo com o último filme da franquia PÂNICO. Assim, o cinema terror (prefiro chamar de terrir, afinal, que filme

de terror não chega a ser patético?) tirou férias. Até 2004, ano do surgimento de um sádico vilão: JIGSAW. Jogos mortais chegou na hora certa e no momento mais certo ainda. Um filme sem grandes pretensões, filmado por 18 dias, apenas. O filme se tornou o Arrasa quarteirão do ano e, re-iniciou, a volta do cinema terror. Em 2005, foi levada as telas a continuação do filme, Jogos mortais II, mostrava muito bem a que veio. Tinha os aspectos que o público conheceu no primeiro filme e, sem sombra de dúvidas, desafiou à todos que assistiam com o seu final surpreendente e, mais do que qualquer outra palavra, Magnífico. Jogos mortais conseguiu superar seu primeiro filme, que continua intocável, dando ao público material suficiente para se segurar na poltrona e aguardar a terceira parte. Em 2006, como s

e tornou tradição, anualmente e no halloween americano, foi lançado Jogos Mortais III. Se muito foi admirado no primeiro filme, elogiado no segundo, fico sem palavras para falar sobre o terceiro filme. Não, não é um desastre, nem ruim. Consegue ser uma boa trilogia, afinal, o filme começa onde fomos deixados na segunda parte e, sem sombra de dúvida, esclarece qualquer dúvida que pudesse, ainda, existir na memória dos fãs do filme. Lembro muito bem da sensação que tive ao assistir, no cinema, ao filme Pânico 2, Fiquei preso a cadeira, tive medo, ri, torci pela mocinha e fui surpreendido com a revelação final dos assassinos. Mas, além da revelação, tanto em Jogos mortais e em pânico, o que fascina é o motivo. O que leva ou levou alguém a tirar a vida de outra pessoa? É uma pergunta metáfora, admito, mas que ficou em silêncio por muito tempo, ou até a chegada de Jogos Mortais. Depois de anos, nunca um simples filme de terror tinha me desafiado tanto quanto Jogos mortais III. O primeiro filme foi um labirinto. ninguém conhecia as regras, o assassino, nem como tudo funcionava. Passam

os ao segundo ato, no qual não me surpreendi, durante o filme, mas seu final foi enlouquecedor. O terceiro filme repetiu esse momento, essa tirada de mestre, o final do filme é "enloquecedoramente bom". A continuação é cuspida e escarrada na cara do espectador, mas não existe nenhum mal nisso, afinal, quem não quer saber o que acontece depois, no próximo filme? Mas, tirando o final que é PHODA, vamos falar dos problemas do filme. A narrativa se perde durante o filme. Temos três jogos que amarram a seqüencia inicial do filme e... Por muito tempo somos apresentados aos novos per

sonagens . É uma narrativa até arrastada comparada aos dois primeiros filmes. Mas esse é só um pequeno detalhe dentre o final do filme que, com toda certeza, foi a melhor terceira parte já feita do gênero. Em breve assisto a quarta parte e digo o futuro da franquia dos filmes, Jogos Mortais, que nasceu após o fantástico primeiro filme, destinada a ter uma longa seqüencia de 7 film
es.
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