domingo, 16 de março de 2008

Draw



Preciso escrever mais alguma coisa?

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Zeca Carmargo, Blog, jornalismo e amor pela informação

Quem hoje em dia, jornalista ou internauta, não é informado? Vivemos em uma sociedade com informações on line. Quem esta conectado sabe do que anda acontecendo no mundo. Essa faceta da internet, além de deixar os meios de comunicação mais rápidos, do que eram, veio também criar um novo tipo de jornalismo. Blogs, como esse, sites especializados em noticias e jornais on line, nasceram. Se algo acontece, vem parar na internet, depois no rádio (claro que o inverso, nesse caso, também acontece) passando para a televisão, para no dia seguinte estampar os jornais. Esse tem sido o processo de informação nos últimos anos. Não estou aqui querendo abrir uma nova opinião sobre os tipos de mídia. A internet 2.0 está aí. (Quem não sabe a internet 2.0 é aquela onde nós, internautas, podemos gerar conteúdo. Como exemplo, Wikipedia) Já se fala da internet 2.5 e de como será a internet 3.0. Não quero ir rápido de mais. Acho que cada internet a seu tempo. (Tempo anda sendo o quesito que falta, no meio dessas tecnologias todas).

Estou falando de informação para poder falar de uma pessoa. Antes de prosseguir, preciso fazer uma revelação: Tenho problemas com a palavra fã. Não sei se é o significado que é bem distante da maneira com que encaro as pessoas que admiro. Ou se é puro preconceito. Nesse caso vou usar admiração pelo profissional, para justificar essa citação. Todos conhecem o Zeca Carmago. Hoje ele é o apresentador do fantástico e repórter que viaja o mundo. A figura do Zeca se tornou bem emblemática pra mim. Vou explicar como isso foi acontecendo. Primeiro vem o Zeca Repórter, que fazia semanalmente, já no fantástico, uma interação entre Jovens. Esse quadro era a oportunidade da mídia ver como os adolescentes e pré-adolescentes estavam mudando. Sempre um tema discutido pela galera jovem que acabavam trocava idéias com o Zeca. Era praticamente a puberdade acontecendo na frente de milhares de pessoas, aos domingos. O jovem de 1999 (Me enquadro nesse grupo) Não é o mesmo tipo de jovem de hoje, 2008. Nem será o mesmo de 2010. As preocupações sempre serão as mesmas, obvio. Mas a forma com que cada grupo de jovem, vem lidando com o problema é que faz toda a diferença. Zeca, passou de repórter "jovem" a entrevistador de bandas internacionais. Apresentou musicais, dentro do programa dominical. Entrevistas e reportagens, muitas reportagens por sinal. Zeca viajou o mundo. (Literalmente falando) Não mudou sua linguagem, não mudou seu modo de falar com o público, (Não que isso seja ruim) que hoje, não é mais pré - adolescente e já esta na faculdade. Zeca fala com quem entende a linguagem dele, com quem cresceu, intelectualmente, assistindo seus bate-papos, no fantástico. Não que ele seja só um tipo de jornalista. (Não acredito exista um só tipo de jornalista) Quem já leu o blog do apresentador/repórter vê em seus textos uma forma leve, sutil, sarcástica, muitas vezes, de falar sobre assuntos sérios, passando até pelo que é Cult e alternativo no mundo. Zeca é um apaixonado pelo seu trabalho. Baste ler uma entrevista ou mesmo ver uma reportagem feita pelo apresentador, que se percebe esse amor. O cara não só ama ser repórter, como também ama escrever sobre música, falar sobre música e entrevistar os músicos e cantores. O livro lançado por ele De a-ha a U2, mostra isso. Como cada entrevista tem um pouco do jornalista como pessoa, fã e profissional. Admiro o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Zeca. Acho até que posso dizer que sou fã desse jornalista. (Não estou entrando em contradição com que disse mais a cima. Mas é que tanto elogio, só pode ser feito, quando se gosta e admira um profissional como esse) Um dia gostaria de saber expressar o que sinto pela cultura, como esse jornalista. Já li as críticas e até algumas crônicas no blog dele. Afinal, no mundo de hoje, você que é internauta, acaba sendo blogueiro também. E o Zeca assumiu essa posição. Ele Fala sobre filmes e bandas, novas ou antigas, desconhecidas ou atuais, não importa. Ele acaba sendo um bom e velho blogueiro. Falando sobre seu mundo particular.

No meio da internet e suas incontáveis transformações. E de um jornalista que mostra a cultura do mundo, estou EU. Leitor compulsivo e aspirante a "metido a sabe tudo". Vivo em um eterno bombardeio de informações rápidas e de livros, filmes, cds, mp3,4,5, - chegando ao 6 -, dvds, seriados, programas de tv, blogs e jornais de papel para ler. Vivo sem tempo pra ter tempo. Na eterna guerra para descobrir o que priorizar, o que dar preferência. Mas esse é o novo modo de vida mundial. Quem sabe o que esta por vir?

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Dawson's Creek - Piloto

Você lembra quando tudo mudou? Quando seus hormônios afloraram, suas espinhas tomaram conta da sua cara e finalmente você percebeu que crescer significava lidar com vários tipos de problema e não só a prova com a qual não estudou? Lembro muito bem dessa época da minha vida. E foi como um Revival que encarei ao assistir o episódio piloto de Dawson’s Creek. Foi como voltar à mesma época na qual meus hormônios tiveram vida, meu rosto teve espinhas e sim, me sintia como sendo o patinho feio.

Dawson tem o seu mundo particular de faz de conta. Apaixonado por Spilberg e seus filmes, ele mostra a forma com que encara a puberdade. Dawson foge dela, entra no mundo do faz de conta. Como a Joy mesmo diz para Dawson "Você tem uma vida perfeita, para de pensar que sua vida é um filme com reviravoltar mirabolantes. Se contente com a vida perfeita que você tem!" Joy foi direta ao "amigo"... Joy é a fiel melhor amiga de Dawson. Na verdade é com o questionamento dela que o episódio de fato começa. Joy percebe que eles não são mais as criancinhas que até um ano antes se consideravam. E o que pode acontecer, com os hormônios tomando conta, assusta um pouco a Joy. No caso de Pacey, melhor amigo de Dawson, ele tem toda a tensão sexual de um jovem. E ainda vemos que seu tesão explode no símbolo de mulher mais velha. Nesse caso vai além. Mais velha e professora, sua professora de inglês.
Qualquer fetiche fica no chinelo. A Jeny, bem, no episódio piloto ela é só uma menina que aprontou muito onde morava, foi mandada pra casa da avó, desperta o interesse do menino ao lado e...bem, decide fazer tudo diferente, nesse caso, ser uma santa. Nem beijo ela da no Dawson...

Lembro exatamente da sensação que tive ao ver o piloto a primeira vez. Era como se todos os sentimentos nos quais eu estava aprendendo a conhecer estivessem reunidos e sendo vivido por cada um dos personagens. Hoje, senti isso de novo. Só que não me identifiquei mais com a Joy. Hoje, pelo piloto, me senti muito Dawson. Justificando a própria vida como um roteiro de filme. Querendo de a cada novo lance exista um possível reviravolta por trás.

Acho que não adianta só lembrar da adolescência. Ela não deixa de ser uma fase da vida, na verdade, acho que nunca saímos dela.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

O Passado... Presente...

Tenho 22 anos, não acompanhei Barrados no baile. Vi algo na época, mas era muito pequeno para me manter interessado. Hoje sou um viciado em seriados. Depois de barrados, podemos dizer que tivemos a era Dawson's Creek, que durou seis temporadas. Depois, no mesmo ano que Dawson teve fim a 'nova' era começou. Fomos apresentados ao mundo de The O.C. Com Ryan e sua turma, que duraram bem menos que Dawson e a turma dele, só quatro temporadas. (Não falarei aqui sobre o fim da Era O.C. isso deixo pro próximo post.

Hoje assistir a Dawson's Creeck tem um leve gosto de saudade. Lembro de quando tinha 14/15 anos e ficava parado vendo aqueles "adolescentes" vivendo dramas que, particularmente, estava ansioso por viver. Quando se tem 14/15 anos, temos tudo, menos a paciência necessária para esperar.

Hoje na atual era, pessoal, tenho Grey's Anatomy e One Tree Hill como pilares de sustentação. São meus seriados 'analistas'. Vejo e vou me descobrindo junto com alguns personagens.
O bom de ter um novo e único olhar sobre Dawson é que hoje vejo como as coisas mudam. Na época me via muito mais como a Joy. Hoje, após o piloto, vejo o quanto de Dawson carrego dentro de mim. Não sei se muito nas indecisões ou em desejar tanto um futuro e esquecer o presente. Não sei o que me fez sentir como Dawson, mas acredito que vendo o seriado vou descobrir.

Além de Dawson, hoje assisti E.R. Outra série que passou tempos atrás e que, pessoalmente, nunca tive a mínima vontade de assistir. Com a greve dos roteirista e a série durando 14 temporadas, sempre bate uma dúvida: PQ ta durando tanto? Agora que vou conferir desde o inicio acho que saberei como responder essa pergunta. O engraçado é que no primeiro episódio de E.R achei várias referencias da minha, amada, Grey's Anatomy.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

SAW

Sempre gostei muito dos filmes de terror. Vivi a fase Pânico (SCREAM) Lenda Urbana e Eu sei o que vocês fizeram no verão passado. Lembro até que foi no final dos anos 90, que a volta dos clássicos filmes de terror adolescente aconteceu. Mas, como sempre, com a volta ou retomada de um gênero do cinema "blockbuster" americano, acontece a saturação. Foram inúmeros adolescentes, vários títulos e muito sangue nas telas. No ano 2000 tivemos o encerramento do estilo com o último filme da franquia PÂNICO. Assim, o cinema terror (prefiro chamar de terrir, afinal, que filme de terror não chega a ser patético?) tirou férias. Até 2004, ano do surgimento de um sádico vilão: JIGSAW. Jogos mortais chegou na hora certa e no momento mais certo ainda. Um filme sem grandes pretensões, filmado por 18 dias, apenas. O filme se tornou o Arrasa quarteirão do ano e, re-iniciou, a volta do cinema terror. Em 2005, foi levada as telas a continuação do filme, Jogos mortais II, mostrava muito bem a que veio. Tinha os aspectos que o público conheceu no primeiro filme e, sem sombra de dúvidas, desafiou à todos que assistiam com o seu final surpreendente e, mais do que qualquer outra palavra, Magnífico. Jogos mortais conseguiu superar seu primeiro filme, que continua intocável, dando ao público material suficiente para se segurar na poltrona e aguardar a terceira parte. Em 2006, como se tornou tradição, anualmente e no halloween americano, foi lançado Jogos Mortais III. Se muito foi admirado no primeiro filme, elogiado no segundo, fico sem palavras para falar sobre o terceiro filme. Não, não é um desastre, nem ruim. Consegue ser uma boa trilogia, afinal, o filme começa onde fomos deixados na segunda parte e, sem sombra de dúvida, esclarece qualquer dúvida que pudesse, ainda, existir na memória dos fãs do filme. Lembro muito bem da sensação que tive ao assistir, no cinema, ao filme Pânico 2, Fiquei preso a cadeira, tive medo, ri, torci pela mocinha e fui surpreendido com a revelação final dos assassinos. Mas, além da revelação, tanto em Jogos mortais e em pânico, o que fascina é o motivo. O que leva ou levou alguém a tirar a vida de outra pessoa? É uma pergunta metáfora, admito, mas que ficou em silêncio por muito tempo, ou até a chegada de Jogos Mortais. Depois de anos, nunca um simples filme de terror tinha me desafiado tanto quanto Jogos mortais III. O primeiro filme foi um labirinto. ninguém conhecia as regras, o assassino, nem como tudo funcionava. Passamos ao segundo ato, no qual não me surpreendi, durante o filme, mas seu final foi enlouquecedor. O terceiro filme repetiu esse momento, essa tirada de mestre, o final do filme é "enloquecedoramente bom". A continuação é cuspida e escarrada na cara do espectador, mas não existe nenhum mal nisso, afinal, quem não quer saber o que acontece depois, no próximo filme? Mas, tirando o final que é PHODA, vamos falar dos problemas do filme. A narrativa se perde durante o filme. Temos três jogos que amarram a seqüencia inicial do filme e... Por muito tempo somos apresentados aos novos personagens . É uma narrativa até arrastada comparada aos dois primeiros filmes. Mas esse é só um pequeno detalhe dentre o final do filme que, com toda certeza, foi a melhor terceira parte já feita do gênero. Em breve assisto a quarta parte e digo o futuro da franquia dos filmes, Jogos Mortais, que nasceu após o fantástico primeiro filme, destinada a ter uma longa seqüencia de 7 filmes.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

BUFFY

E dez anos depois me vejo assistindo Buffy, a caça vampiros. A greve dos roteiristas ajudou, até admito, mas já existia um certo saudosismo de minha parte em relação a série. Na época não assisti Buffy como gostaria e hoje me vejo vendo dois episódios da primeira temporada. Emoções e mais emoções. Lembro que o filme da Buffy passava na sessão da tarde duas ou três vezes no mesmo ano. Como sempre sessão da tarde fez nossa felicidade com filmes fúteis e simples como Buffy.
Dizem que existe muita coisa dentro do contexto da série e que só com o passar dos episódios é que notamos as mensagens subliminares. Bem, verei isso episódio pós episódio. O estilinho meio retrô que a série tem hoje é bem engraçado. Lembro das menininhas usando roupas iguais a da Sarah Michelle Geller e morrendo de amores pelo Angel. Tive uma boa adolescência apesar de tudo...
Os episódios em si não achei nada muito surpreendente. A temática não me prendeu muito, mas o final é bom. Tem um ritmo pelo menos. Deu para rir bastante com o humor ácido que a série carrega.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Eu amo a família Walker

Sei que meu primeiro comentário sobre Brothers & Sisters não foi animador. Não me arrependo, afinal, o início demora a engrenar mesmo. Mas quando assisti ao terceiro episódio fui pego de surpresa, em todos os quesitos: Primeiro, a série se faz cúmplice de quem assiste. Segundo, não esperava a revelação na hora do jantar, tudo bem que esses momentos são clichês, mas esta permitido se for em Brothers & Sisters.
Assisti ao quarto episódio e percebi que voltamos a normalidade, sem muita emoção e acontecimentos bombásticos. Mas comecei a me da conta de uma coisa: Só em assistir à familia Walker, já me sentia bem. Carinho por alguns personagens tenho de sobra. Tanto que quando vi o episódio cinco não pude acreditar, só o fato de começar a ver Kitty conversando com o namorado Jonathan, me fez rir... e não parou por aí. Ao final do episódio suspirei e pensei: "só essa família"...

Com essa greve dos roteiristas e minha férias chegando vou poder assistir a mais episódios. Quer saber? Meu sorriso continua aqui, no canto da minha boca. Eu amo a família Walker.